Artigo de opinião de Bruno Delgado, docente da Escola de Enfermagem (Porto) e da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa.
Durante demasiado tempo, a doença foi associada à ideia de repouso e limitação. Hoje sabemos que a inatividade é, muitas vezes, parte do problema. O que precisamos não é de menos movimento, mas de movimento certo, prescrito de forma individualizada, segura e baseada na evidência. Tal como um medicamento, o exercício físico tem dose, intensidade e progressão.